informações básicas

Nasci em 1981 em Porto Alegre. Sou casado e tenho dois filhos, a Camila (nascida em 2006) e o Gabriel (2012).

Sou bacharel em Jornalismo e técnico em informática.

Além de porto-alegrense sou, também, cidadão honorário de Caçapava do Sul.

cidadão caçapavano

Ganhei este título em 2022. Ele me foi concedido pela Câmara Municipal por conta das realizações e projetos que toquei como chefe da unidade local da Receita Federal.

Tenho um imenso carinho por esta comenda. O povo de Caçapava do Sul me recebeu muito bem quando cheguei em 2020 e fiz grandes amigos. por lá. Gente para a vida toda. Irmãos mesmo.

jornalista e comunicólogo

Sou formado em Jornalismo pela PUCRS desde 2005. A escolha por este curso se deu por um misto de razões e fatores aleatórios.

Eu sonhava em ser cineasta numa época em que não havia faculdade de Cinema. Além disso, eu gostava muito de escrever.

Entre 2004 e 2020 fui repórter, colunista, editor e diagramador em um punhado de jornais interioranos, principalmente na cidade de Viamão, onde fui morar quando casei.

Por lá, fui ainda um dos pioneiros da internet e ajudei a criar um dos primeiros podcasts de vídeo do Rio Grande do Sul. 

Ganhei dinheiro com essas coisas? Alcei-me aos píncaros da fama? Não. Mas acumulei grandes histórias, que reuni em uma página especial aqui.

Para além das redações e dos pioneirismos, voltei-me também à assessoria de imprensa e à comunicação institucional.

Minhas especialidades são a produção textual, a roteirização, apresentação e edição de vídeos e a gestão de relações com veículos de imprensa.

servidor e gestor público

Fazer concursos não era, inicialmente o meu Plano A para a vida. Assim que comecei, no entanto, descobri nisso um filão e um talento.

Já fui aprovado e chamado em quatro certames e hoje me empolgo com esse tipo de desafio.

Talvez por ter lido muito sobre história e economia ao longo da vida, encaro o Estado como um grande condomínio cujos recursos devem ser aplicados com muito cuidado e seriedade. 

Como diz meu amigo Daniel Marques, “o Fábio, no serviço, é o Lineu da Grande Família”.

Sou servidor público do Ministério da Fazenda desde 2015. Em 2020 fui nomeado chefe da unidade da Receita Federal em Caçapava do Sul.

Nessa função, organizei ações de promoção da cidadania e ganhei até uma certa projeção nacional ligada à campanha do Imposto Solidário.

Quer conhecer os projetos e resultados dessa minha gestão?

professor e palestrante

No começo da vida adulta, trabalhei como instrutor no Senac. Entrei sem nenhuma experiência em sala de aula e tinha medo de falar em público. Passado o susto inicial, descobri que eu levava jeito e gostava de ensinar coisas às pessoas.

Sendo assim, nunca mais parei.

Com o tempo fui desenvolvendo uma linguagem e uma presença de palco próprias, que coloquei a serviço das diferentes instituições nas quais trabalhei ao longo dos anos: Senac, CEEE, Receita Federal, etc.

digital influencer

Estou na internet desde os primórdios. Tive mIRC, Orkut, etc. Vi a figura do “influenciador digital” surgir mas, sinceramente, demorei a  entendê-la.

O “estalo” veio quando o jornal Sentinela Santanense estampou uma foto minha na capa de uma edição de aniversário. Eu, que sempre fizera o papel de jornalista ou autoridade portadora do conteúdo, me vi sendo eu mesmo – minha imagem, a vibe passada por ela – o conteúdo.

A experiência foi transformadora. Entendi que as pessoas interessam-se não só por assuntos mas por outras pessoas e vi nisso uma oportunidade para participar das vidas delas, animá-las, compartilhar interesses, inspirá-las. Fazer alguma diferença positiva no mundo.

Hoje toco uma conta no Instagram que conta com pouco mais de 3k de seguidores e está em constante crescimento: @fabio.burch 

Trivia

Eu cresci na capital gaúcha, morando sempre perto do Parque da Redenção. Fiz o ensino fundamental em uma escola estadual.

Eu era obcecado por videogames, o que me levou aos jogos em QBasic do MS-DOS. Eles vinham com o código aberto e, fuçando neles, aprendi a programar ainda muito jovem.

Isso teve um impacto enorme na minha vida. Meus primeiros livros foram sobre programação e bancos de dados. 

Em 1996, quando acabei o Fundamental, passei um mês estudando feito louco, fiz prova e entrei para a antiga Escola Técnica de Comércio da UFRGS, onde cursei o Ensino Médio.

O curioso é eu deveria ter me formado Técnico Contábil mas, ao invés disso, me fixei em aprender tudo o que pude sobre a recém-nascida Internet.

Lá no final de 1999, antes de cursar Jornalismo, fiz vestibular para a faculdade de Teatro da UFRGS.

Esse curso tinha, além da prova, um teste específico.

Como sou muito tanso, li um monólogo que era de um soldado traumatizado em uma peça dramática pensando que fosse uma fala de comédia nonsense.

Me fiz de bêbado, imitando Tom Cavalcanti. Os avaliadores, apesar de chocados, se mijaram de rir e resolveram me aprovar. Pena que não segui adiante.

A distração e o acaso às vezes me ajudam muito.

Eu descobri a banda da minha adolescência quando pedi à minha avó uma fita dos Mamonas e o camelô, meio surdo, entendeu errado e vendeu a ela uma dos Ramones.

Eu descendo de uma linhagem de badernistas.

Um tatata…ravô meu, do lado da minha mãe, foi um dos líderes da facção liberal paraibana durante a Revolução Praieira de 1848.

Eu adoro bebês e crianças pequenas. Cachorrinhos também, mas não tanto.

Como os meus bebês já cresceram, eu atualmente fico fazendo palhaçadas para os dos outros por aí.

Nunca me dei muito bem em jogos de sorte, raspadinhas, sorteios e afins. Mas quando a sorte vem, ela vem.

Na única vez em que fui sorteado em uma rifa, ganhei uma máquina multijogos – um fliperama, de verdade!

Os primeiros jogos de videogame que tive na vida foram “Enduro”, “River Raid” e “Tron Deadly Discs” do Atari 2600.

E não, esses não eram games retrô. Eram lançamentos. Pra vocês verem como sou antigo.

Meu artista favorito desses programas de talentos que infestam a TV chama-se Tape Face. E não, ele não canta.

Trata-se de um mímico que parece a mistura do Mr. Bean com o Robert Smith do The Cure.