Quem é Fábio Burch Salvador

Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela PUC-RS.

Servidor público da Receita Federal. Assessor de imprensa. Agente titular da ARF/Caçapava do Sul-RS. Entusiasta e “tocador” de alguns projetos bem interessantes na instituição.

Comunicador. Escritor. Autor de “Política para Iniciantes” e de outras obras. Tem um canal muito louco no Youtube.

Gaúcho de Porto Alegre.


Biografia mais ou menos completa

Eu nasci em 1981 na cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, do Brasil e do Mundo. Sou casado e tenho dois filhos.

Eu dei sorte, porque nasci em uma família bem legal.

Tenho uma irmã mais nova, nascida em 1983. Como temos praticamente a mesma idade, crescemos brincando juntos. Meus pais são pessoas extremamente trabalhadoras e sempre deram muito valor ao estudo. Minha mãe é formada em Educação Física, e sempre fez questão que tivéssemos uma alimentação saudável e fizéssemos exercício. Meu pai é contador, e me deu sempre uma visão muito prática da vida. Alguma coisa disso tudo acabou ficando impressa na minha “formatação mental”, com efeitos para a vida toda.

Quando eu nasci, meus pais moravam no Partenon, um bairro popular de Porto Alegre mas, uns dois anos depois, fomos morar no limite entre os bairros Santana e Bom Fim, a exatamente uma quadra e meia do Parque da Redenção.

Esse parque foi o centro de toda a minha infância e juventude – e da minha vida toda, na verdade.

Minha infância foi, de certa forma, um almanaque dos anos 80 – eu tive um Atari e um Ferrorama, além de bonecos dos Thundercats e do He-Man. Minha irmã tinha um Pogobol e bonecas Barbie. Escutávamos discos do Trem da Alegria mas, ainda criança, fiquei fã do Raul Seixas.

Aprendi a ler e escrever antes da idade escolar. Fiz todo o Ensino Fundamental na Escola Estadual de 1º Grau Luciana de Abreu. Eu não tinha amigos na escola nos meus primeiros anos lá – pelo contrário, tinha fama de “louquinho” e de “abobado”, e sofria bullying por isso.

Na praia, a história era bem diferente. Passávamos os verões em Capão da Canoa, onde eu tinha uma turma. Saíamos para “pegar onda” (sim, nós nos achávamos uns surfistas, com nossas pranchas de isopor), jogar taco e frequentar os fliperamas.

Eu só passei a ter um grupo de amigos no colégio quando cheguei à 7ª série. E vou dizer que valeu a pena esperar porque esses caras eram realmente incríveis – os melhores do mundo! Falo com alguns deles até hoje (na verdade, com quase todos).

Estudávamos no turno da manhã e passávamos as tardes falando besteira (e depois, filmando – mas eu já chego nessa parte), ou então às voltas com videogames, jogos de RPG, animes e todo um mundo de nerdices mil. .

Por falar em nerdices…

A primeira vez que vi um computador de perto na vida foi no final dos anos 80. Meu pai me levou para passar o dia na firma em que ele trabalhava e, como eu era hiperativo e enchia a paciência de todo mundo, ele me pôs diante de um AT/XT com monitor verde-e-preto. E me deixou lá, escrevendo no WordStar.

Eu gostei tanto daquela “brincadeira” que acabei aprendendo a programar ainda pré-adolescente, em um PC 286 que meu pai usava para trabalhar em casa.

Essa minha relação com a informática, precoce e incomum para a época, acabaria sendo bem útil na minha vida adulta.

Acredito que tenha sido nesta época, também, que passei a me interessar por História e devorava obras como a Coleção Grandes Líderes. Eu adorava ler enciclopédias – daquelas em volumes, tipo “Conhecer” e “Barsa”. As lia antes de dormir e até no banheiro. A leitura era um vício, uma loucura minha.

Depois de ser uma criança dos anos 80, chegou a hora de eu ser um adolescente dos anos 90.

Minha adolescência começou, de fato, quando eu e meus amigos começamos a descobrir umas bandas, tipo Ramones, Iron Maiden, Guns n Roses e afins. Eu repeti a sétima série e acabei me misturando com uma nova turma de camaradas, com quem comecei a sair na noite porto-alegrense.

O grande cenário da minha juventude foram as ruas do Bom Fim e dos arredores do Parque da Redenção. Destaque especial para a avenida Osvaldo Aranha. Peguei uma fase final do Bar João, ia ao Garagem Hermética, ao Ocidente e àquele tradicional circuito da Cidade Baixa.

Era um ambiente muito legal, frequentado por uma galera alternativa. Estávamos no meio de uma segunda grande onda do rock gaúcho e havia todo um clima de efervescência cultural por ali no finalzinho do século XX.

Eu sonhava em ser cineasta e, por isso, passava noites assistindo a filmes mudos e produções obscuras. Eu ficava observando técnicas narrativas e enquadramentos e depois tentava reproduzi-los com uma câmera VHS usando os amigos e parentes como elenco. Eram filminhos caseiros, todos eles comédias (mesmo que involuntárias). Trash total.

Algumas das minhas “super produções” Ed Woodianas acabariam fazendo parte da programação da extinta POATV e permaneceram no ar por anos, em um bloco de curtas que o canal tinha.

Eu perdi quase tudo o que gravei na época – em grande parte dos casos, por simples decaimento químico das fitas. São todos “lost films”. Só tenho, mesmo, o último deles – bem tardio e, mesmo assim, mal conservado – que consegui digitalizar e imortalizar no Youtube.

Paralelamente às minhas aventuras de artista eu estudava, claro.

No final da oitava série, encarei o teste seletivo para fazer o Ensino Médio na Escola Técnica de Comércio da UFRGS. Ingressei nela no começo de 1997 e acabei escolhendo o curso técnico em Contabilidade para tentar seguir os passos do meu pai, mas logo descobri que aquilo era muito chato e me dava um sono mortal.

Então, eu me refugiava no laboratório de informática, onde tive meus primeiros contatos com a internet e aprendi HTML, montando meus primeiros sites (cheios de GIFs animados e bizarrices tipicamente noventistas).

De forma geral, eu estava resolvido a não ter uma vida chata e a não ter um trabalho burocrático. Isso era a coisa mais importante do mundo para mim.

Foto de 1999. Meu primeiro carro foi um Buggy!

Vencido o Ensino Médio, chegou a hora de fazer o vestibular.

Em 2000, prestei teste específico para o curso de Artes Cênicas (hoje chamado de Teatro) na UFRGS. Entrei na sala interpretando um bêbado maluco em uma cena que deveria ser dramática (eu não havia entendido o contexto do roteiro). Mesmo assim, fui aprovado porque os julgadores morreram de rir. Só que eu não ingressei no curso.

Ao invés disso, fui fazer Jornalismo na PUC.

Na faculdade, fiz um monte de projetos legais, conheci um monte de gente, fui a algumas festas, descobri que gostava de escrever e de diagramar páginas de jornal e, claro, me meti em algumas agitações estudantis.

Foi durante o curso, também, que comecei a namorar com a mulher que me daria meus dois filhos, a Fabiana.

No final de 2004, eu fundei meu próprio jornal, na cidade de Viamão. O que foi, aliás, uma péssima ideia porque ele acabaria falindo e me deixando muito mal.

Por outro lado, foi com ele que comecei a alcançar alguma projeção local como jornalista, participando de muitas coisas interessantes que estavam acontecendo.

Viamão, no começo do século XXI, vivia uma mini-explosão cultural na qual proliferavam bandas de rock, grupos de teatro, rádios comunitárias e outras maluquices, no meio das quais um indivíduo como eu podia se refestelar e florescer como comunicador.

Me formei na faculdade em 2005. Naquele mesmo ano, casei com a Fabiana e fomos morar, oficialmente, em Viamão.

O grande problema é que, logo depois, nosso jornal faliu completamente. E em seguida, em 2006, nasceu a nossa primeira filha, a Camila.

Eu estava feliz de ter um bebê mas tinha, também, uma enorme responsabilidade nas mãos. E nem um centavo no bolso.

Aí, começou uma fase de muita dureza na minha vida. Eu saí do meu paraíso bomfiniano de classe média e fui viver, sem grana para nada, em uma casinha alugada, de madeira, que tinha mais goteiras do que telhado. Endividado até o pescoço. Imagina!

Eu não conseguia arrumar emprego fixo e só não chegamos a passar fome (embora tenhamos passado perigosamente perto disso) porque os meus pais nos deram uma baita ajuda. O problema é que eu sabia que eles não poderiam nos carregar “a reboque” indefinidamente, então eu precisava me estruturar, e rápido.

Fiz “bicos” aos montes nessa época, alguns deles até bem legais – fui, por exemplo, redator do Terra por uns meses. Mas eu precisava mesmo era de alguma coisa mais sólida.

Então, ainda em 2006, nós voltamos a morar em Porto Alegre (onde estavam os empregos), no bairro Partenon – no mesmo prédio onde eu tinha passado meus primeiros dois anos de vida. Eu tive o cuidado de manter minhas atividades jornalístico-culturais-políticas em Viamão, porque achava que minha história por ali ainda não tinha acabado. E de fato, não tinha mesmo.

Morando na capital, eu ia tocando meu primeiro blog (que ganhava força, aos poucos, em Viamão), enquanto trabalhava em uns projetos de informática com o meu pai e fazia mais alguns trabalhos temporários aleatórios. Isso arrastou-se até o começo de 2007, quando arranjei uma colocação como instrutor do Senac.

E aí, iniciou-se um baita período da minha vida. Eu comecei a me reerguer, e não só financeiramente.

Eu adorei dar aulas. E descobri que eu conseguia fazer isso muito bem por pura habilidade natural, mesmo sem ter uma formação prévia para ser professor.

Aquilo foi uma baita injeção de ânimo no meu coração porque eu já não me sentia um total incompetente nesta vida.

Enquanto lecionava, escrevi minhas conhecidas apostilas de informática, que acabariam depois se espalhando pelos fóruns da web e sendo úteis a milhares de pessoas em todo o Brasil por muitos anos, além dos meus dois livros didáticos sobre programação publicados pela Editora Viena.

Meu tempo no Senac foi fantástico. Era um trabalho pesado, eu dava aulas em todos os turnos que podia (pois ganhava por hora-aula) e mal via minha família, mas aprendia coisas interessantes todos os dias e até apresentei palestras em alguns eventos em São Leopoldo.

Formatura de uma turma do antigo Planteq.

Tive montes de alunos incríveis e alguns dos meus colegas tornaram-se amigos para a vida toda.

Minha aventura Senaquiana durou até a segunda metade de 2008.

Naquele ano, acabei saindo da sala de aula depois de passar em um concurso público da CEEE. Com isso, conquistei uma certa estabilidade financeira (embora o salário ainda fosse “de chorar”) e voltamos para Viamão, pois meu novo trabalho era na cidade.

Compramos uma casinha no distrito de Águas Claras – uma região que, na época, tinha mais vacas do que gente. Ficamos por dez anos nessa casa, onde criamos a Camila e tivemos o nosso segundo filho, o Gabriel, nascido em 2012.

Nossa linda casinha no campo – ela depois passaria por inúmeras reformas e ampliações até virar uma casona.
A Camila passou um tempão pedindo “um maninho” até que ganhou o maninho mais fofo de todos, o Gabriel.

Morar na zona rural dava um certo trabalho – era preciso usar o carro para tudo – mas tinha muitas vantagens.

As crianças cresceram com espaço para correr e brincar, com balanços pendurados em árvores e coisas do tipo. Fizeram amiguinhos e puderam aproveitar uma infância bem legal. Tivemos cachorros, tentamos plantar uma horta… etecetera e tal.

Meu sobrinho e meus filhos, não sei direito a data.

Agora, voltando a falar do meu emprego na CEEE…

Trabalhei na companhia de 2008 a 2015 e, na verdade, minha “carreira eletricitária” não foi grande coisa.

Teve um lado bom – eu encontrei algumas pessoas muito legais por lá e fiz amizades que duram até hoje. E como eu fazia um monte de capacitações, ascendi muito rapidamente no Plano de Cargos e Salários, o que me deu uma melhora substancial de renda já em 2011 (não que eu tenha ficado rico, mas o aperto ia diminuindo).

O problema é que o meu trabalho em si era corrido, burocrático e muito, muito chato. A companhia estava praticamente falida, eu e mais alguns colegas vivíamos sobrecarregados e as chefias eram ocupadas por indicação política, criando um ambiente tóxico e pesado de intrigas e cobranças.

Para escapar deste baixo astral todo, eu focava mesmo era nos meus projetos FORA do horário de expediente que eram, de fato, bem mais interessantes do que essa minha “carreira de verdade” que não ia a lugar algum.

Eu era bastante ativo na comunidade onde morávamos e cheguei a ser apresentador de um programa na rádio comunitária do Morro Grande. A atração era uma mistura caótica de música, entrevistas e notícias.

Foi neste período, também, que fiz minhas incursões na política viamonense, um capítulo curioso e riquíssimo da minha vida, sobre o qual escrevi uma seção específica aqui no site.

Não posso passar por esse pedaço da minha vida sem mencionar, claro, o retumbante (e polêmico) Jornal Sexta, através do qual fiz muito barulho em Viamão por alguns anos.

A humilde primeira edição do Sexta – o jornal depois ganharia cores, montes de páginas e tiragens enormes. Circulou forte de 2010 a 2015, e depois capengou até morrer de vez em 2019.

Ainda, para complementar a renda de casa e fechar as contas, eu editava e diagramava jornais de terceiros. Por conta disso, eu dormia muito pouco e “virava” duas noites em claro a cada semana mas, por outro lado, tive o privilégio de fazer parte de alguns projetos bem legais como, por exemplo, o primeiro (e único) jornal totalmente colorido de Viamão.

Uma capa típica do Jornal Águas Claras do Sul – com as manchetes, as frases de efeito e o estilo gráfico que eram minhas marcas registradas.

Essa foi a época mais prolífica da minha vida em projetos de mídia e tudo mais. O chato é que, embora eu ganhasse alguma coisa aqui e ali, ainda seguia dependendo totalmente do trabalho na CEEE, ficando preso a uma rotina cada vez mais insuportável.

Meu “grande momento” na estatal gaúcha foi quando participei do comando de uma enorme greve em 2014.

Eu tinha muita coisa “entalada na garganta” e aproveitei a ocasião para chutar o balde. Aquilo meio que “selou” meu destino dentro da empresa mas, àquela altura, eu já não dava a mínima para ela e estava louco para ir embora.

Então, naquele mesmo ano, prestei um concurso do Ministério da Fazenda e novamente me classifiquei. Em fevereiro de 2015, ingressei no quadro funcional da Receita Federal.

Nesta nova organização, encontrei uma realidade bem melhor – não só em termos de perspectivas mas também de ambiente de trabalho.

Para mim, este novo emprego foi uma “tábua de salvação” vinda na hora certa. E a mudança começou antes mesmo de eu assumir a vaga – quando saiu a classificação do concurso, todas as tensões que eu vivia na CEEE aliviaram. Quem não gostava de mim sabia que eu estava de saída, e eu ia aturando os problemas do dia a dia como temporários. Foi um período de “detox mental” muito bom.

Ao contrário do que o senso comum possa acreditar, eu não passei a ganhar um super-salário no Governo Federal. Como fiz concurso para um cargo administrativo, na verdade entrei na Receita ganhando praticamente a mesma coisa que ganhava na CEEE. Mas tudo bem. Eu, na época, não tinha grandes ambições com relação ao serviço público.

Encarava aquilo como uma mera necessidade temporária, enquanto seguia tentando achar meu caminho para o sucesso como comunicador ou como celebridade da web.

Lancei alguns sites de informação segmentada que não juntaram público algum, e comecei a me aventurar com vídeos ao vivo ao lado dos meus amigos do Jornal Sexta (protagonizando mais um momento de pioneirismo na mídia viamonense), com o programa JS Debates, transmitido pelo Facebook e que tinha uma audiência bem significativa para os padrões locais da época.

Foi neste período, também, que eu lancei meu canal no Youtube.

O fato é que, paralelamente a tudo isso, eu passei os cinco anos seguintes trabalhando na Agência da Receita Federal em Viamão, no atendimento aos contribuintes.

E foi um tempo muito bom mesmo eu estando ainda distante da fama, da fortuna e de ser atacado por uma legião de fãs ao sair para a padaria.

Afinal, mantive algumas das amizades feitas na CEEE enquanto, na Receita Federal, passei a trabalhar com um pessoal que era mais velho e muito mais centrado do que eu ou do que a minha antiga turma.

Grandes pessoas. Sinceramente, sem exagero: moram no meu coração, cada um desses aí.

Essa galera da ARF-Viamão foi muito importante na minha vida porque eles, com a maior paciência, me ajudaram a amadurecer e a evoluir.

Assim, entre meu trabalho regular, muitos projetos de mídia fracassados e alguns grandes sucessos efêmeros, eu fui criando meus filhos ao lado da minha esposa. A essas alturas, estávamos morando em uma casa confortável e andando em um carro legal. Sempre cercados de amigos, víamos nossos pais todo final de semana. Comíamos muito bem e conseguíamos até passear aqui e ali, dar uns brinquedos legais para as crianças… em resumo, uma vida muito boa.

Foto do Natal de 2016. Nesse dia aí, eu fui o Papai Noel na festinha da Associação de Moradores de Águas Claras.

Em 2018, nos mudamos da zona rural para um bairro urbano, a Vila Cecília. A razão para isso foi a conveniência: as crianças poderiam ir a pé para a escola e meu trajeto diário para o trabalho se reduzia à metade. Ainda por cima, a Cecília fica no limite entre Viamão e Porto Alegre, facilitando o acesso aos serviços da capital.

Essa mudança foi inicialmente importante mas, no fim das contas, foi apenas o primeiro passo para o que viria logo depois.

Em fevereiro de 2020, a Receita Federal fechou sua unidade em Viamão e tudo começou a mudar muito rápido nas nossas vidas.

Em março, fui transferido para a Seção de Comunicação Institucional da 10ª Região Fiscal. Pouco tempo depois, fui nomeado chefe substituto.

Em novembro de 2020, um novo salto: assumi o comando da ARF-Caçapava do Sul, permanecendo ligado em tempo parcial à assessoria de Comunicação, além de integrar o grupo de Cidadania Fiscal. Esse novo passo, claro, exigiu que eu me mudasse – com a mulher, os filhos e o cachorro – para Caçapava do Sul, uma cidade na qual eu nunca tinha nem colocado os pés antes.

Neste novo cargo, comecei a fazer um monte de coisas legais e importantes, que reuni em uma página aqui no site, repleta de notícias e conteúdos.

Meu trabalho passou a girar em torno de comunicação, relações institucionais e liderança possibilitando que eu finalmente começasse a usar, no serviço público, toda a experiência adquirida nas minhas “atividades paralelas” (que, no meu coração, sempre foram as principais).

Também tomei a sério a decisão de lançar livros que não são sobre informática. O primeiro deles, “Política para Iniciantes“, saiu ainda em 2020, um pouco antes das eleições.

Estou sempre com montes de outros projetos na cabeça. Só preciso mesmo é arranjar tempo para tocá-los.

E essa é a minha história, por enquanto.

Batendo às portas da marca dos 40 anos de idade, acordo todos os dias pensando o seguinte: “o que é que eu vou inventar hoje, que vai fazer a vida ser diferente, mais emocionante e mais afú do que ontem?“.


Escolaridade

  • Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUCRS (concluído em 2005).
  • Técnico em Informática pela Escola Objetus (concluído em 2012).

Capacitações corporativas

  • Liderança Remota, com Claudio Zanutim – IBMEC – 2020
  • Gestão de Equipes em Trabalho Remoto – ENAP – 2020 – 20h
  • Primeiros passos para o uso de Linguagem Simples – ENAP – 2020 – 8h
  • Temos que dar aulas remotas… E agora? – ENAP – 2020 – 10h
  • Regularização de obras – SERO / Formação de capacitadores locais – ENAP – 2019 – 16h
  • Gestão pessoal – Base da liderança – ENAP – 2018 – 50h
  • Grafoscopia e Documentoscopia – ENAP – 2018 – 10h
  • Processo Administrativo Fiscal – ESAF – 2016 – 20h
  • Direito previdenciário – ESAF – 2017 – 60h
  • Fundamentos e Metodologia da Educação Corporativa – ESAF – 2015 – 40h
  • BROffice – ESAF – 2015 – 60h
  • Cidadania Fiscal – ESAF – 2015 – 20h
  • Segurança institucional – ESAF – 2015 – 10h