Visão Política

Meu esquema é lutar pelo certo e defender ideias que funcionam.

A política faz parte da minha vida desde a infância, muito por conta de uma tia que era do ramo.

Já crescido, fiz política estudantil aos montes e mergulhei por um tempo nesse mundo de partidos, campanhas, etc.

O que me atrai na política são duas coisas:

  • O debate, que me possibilita desmentir narrativas mentirosas;
  • E a ação, a mobilização, o fazer o Brasil funcionar e valer a pena para todo mundo.

Pés no chão e mão na massa

Eu tenho uma natureza avessa ao debate teórico. Sempre fui tremendamente prático. Isso contamina meu modo de fazer política.

Debates vazios me entediam. Eu gosto de achar soluções efetivas para as coisas e de tomar decisões baseadas no bom senso. 

Liberdade Econômica

Liberdade econômica significa ambiente de negócios sem travas, sem burocracias, para que as pessoas possam empreender e criar riqueza.

O Estado não pode ficar criando empecilhos e nem favorecimentos. 

Estado de Bem Estar Social

Um país só é rico quando seu povo vive com dignidade. 

Não podemos aceitar que uma nação exportadora de comida tenha gente com fome. Ou que haja gente sem casa em um país no qual sobra espaço!

Milton Friedman

baita referência

  • Economia correndo livre, com um mínimo da mãozinha direta do Estado;
  • Estado focado em fazer o que deve fazer: justiça, segurança, educação, saúde para o povo;
  • Imposto de renda progressivo. Quem pode mais, paga mais;
  • Imposto de renda negativo. Renda básica cidadã para garantir a dignidade de quem está na maleza.

Serviços públicos eficientes

Essa ideia, de que o serviço “do governo” é sempre uma porcaria e que “quem pode, paga privado”, é uma de uma boçalidade ímpar no mundo.

O fato de as pessoas pagarem plano de saúde e escola privada para escapar das deficiências do SUS e do ensino público é um absurdo! 

Isso não é normal!

Serviços públicos não podem ser uma segunda opção, “aquilo que resta para quem não pode pagar”. Eles têm que ser excelentes! Têm que ser a primeira opção de todo mundo!

O SUS tem problemas?

As escolas têm problemas?

A polícia tem problemas?

A solução não é extinguir, e sim melhorar!

parcerias público-privadas: solução sustentável para os espaços coletivos​

A melhor solução para espaços públicos deteriorados ou não bem desenvolvidos: parcerias.

Uma empresa restaura e mantém o local e em troca ganha concessão para explorar alguma atividade econômica por ali, desde que não feche – não privatize – o acesso ao espaço.

Se a coisa for feita direitinho, todo mundo sai ganhando: tanto a comunidade como a firma. 

Combate feroz ao crime

Como gaúcho, sempre fui super fã de Leonel Brizola, mas não dá para passar pano para o que ele fez no Rio de Janeiro. Nem para ele, nem para a Maria do Rosário.

Polícia: ao cidadão de bem, “proteger e servir”. Ao meliante, “vigiar e punir”. 

Endurecer o combate ao crime não é fazer uma “guerra aos pobres” como dizem alguns. Pelo contrário: o crime assola principalmente o pobre, que mora fora de condomínio, que vive lado a lado com o perigo. 

É o pobre quem compra suas coisinhas na maior dificuldade e depois as perde para vagabundos. Isso, quando não perde a vida.

Chega! Sigamos o exemplo de El Salvador. 

– Fim das saidinhas de Natal e outras.

– Prisão não pode ser escola de crime. Dureza total, implacável, com crimes, violências e gangues dentro do sistema prisional.

– Semiaberto dentro de complexos dotados de fazendas e fábricas próprias para o trabalho do detento, e não nas ruas.

– Penas iguais para crimes iguais, independente de gênero e dinheiro. Chega de mulheres e ricaços pegando penas mais leves ou saindo impunes.

outra mega referência

Thomas Sowell

  • Abordagem racional e realista dos problemas da pobreza, das relações raciais e de gênero, de tudo.
  • Denúncia das falácias e do modus operandi dos “ungidos” progressistas e suas soluções “mágicas”.
  • Desmonte de narrativas vitimistas e de outros sofismas modernos.
  • A busca incessante pela verdade, mesmo que ela seja complexa ou dolorosa.

Combate feroz ao racismo e ao sexismo.

Quem me conhece sabe que não existe uma pessoa menos ANTI vitimista e ANTI lacradora do que eu.

Mas isso não significa que vou passar pano para discurso de ódio, homofobia, chauvinismos, bullying, preconceitos em geral. 

Quem denuncia a lacração mas não se indigna com as discriminações é um hipócrita. Não só isso, mas serve ainda de justificativa para a histeria identitária. 

O direitista que mantém preconceitos é um quinta-coluna. Além de um completo imbecil.

Não ao ódio "do bem"

O combate aos discursos de ódio não pode ser seletivo. Tem que abarcar também grupos e discursos de ódio dito “do bem”

Falo da misadria, que é ódio e desprezo pelos homens, coisa muito presente em livros, páginas e grupos feministas.

Falo de ataques aos brancos e à branquitude, normalizados por partes do movimento negro.

A lei, infelizmente, não considera essas coisas como crimes. Ódio, quando direcionado aos chamados “opressores”, é tratado como um direito das “minorias”.

Esse duplipensar serve aos propósitos de setores intelectuais e políticos canalhas que afirmam-se e mantém seu poder promovendo o ódio, o rancor e a divisão da sociedade.

Igualdade de verdade não se faz com opressão aos homens

A sanha de criação de leis que dizem proteger mulheres e minorias criou um sistema desigual, injusto, que só divide a sociedade.

Um sistema que destrói vidas inocentes e gera descrédito a inúmeras verdadeiras vítimas de crimes bárbaros.

Um sistema que favorece a quem age de má fé ou faz uso político de bandeiras identitárias.

Não à "opressão do bem"

O discurso anti-masculino já está destruindo as cabeças de uma geração de meninos, bombardeados por mensagens de ódio e desprezo à masculinidade na sala de aula, nos desenhos, no ambiente universitário, em toda parte.

Eles já estão ficando para trás no sistema escolar e chegam em números cada vez menores do que as meninas à universidade.

Isso não é construção de igualdade nenhuma. É apenas rancor transformado em agenda social.

É uma coisa destrutiva para homens, mulheres e para toda a sociedade.

Um país próspero se constrói com trabalho de verdade

O brasileiro tem um fetiche por diploma, especialmente se for de uma profissão dita “de alto nível”. É uma inundação de bacharéis em áreas saturadas. 

Isso deve-se em parte a uma visão criada pela escravidão, um preconceito com o trabalho técnico ou manual. É como se “botar a mão na massa” fosse feio, baixo. Precisamos trabalhar para mudar isso.

Temos que valorizar e encorajar o trabalho de base, o ensino técnico, o aprendizado de coisas que têm demanda no mercado e são diretamente produtivas. 

Não podemos gastar dinheiro público com com pesquisa acadêmica em campos vazios, que são pura problematização e militância.

Eu defendo o fim desses desperdícios e um foco total em áreas e assuntos de utilidade real, prática, tangível. 

Além disso, parcerias entre universidades públicas e empresas, para o desenvolvimento de pesquisas voltadas a coisas que rendam, que criem riqueza.

Avanço de verdade é aquele que melhora um processo produtivo ou as vidas das pessoas na prática

Não às utopias radicais, elas são perigosas

Todas as tentativas históricas de “resetar a sociedade” e implementar utopias perfeitas deram errado.

Utopismo é coisa de guri, de revolucionário de apartamento.

Minha abordagem é sempre calcada na realidade e na ideia de progredir dentro de uma visão realista, prática, pé no chão.

Não dá para desmontar a máquina da socidade: a gente tem que ter a noção de que a está consertando com ela em movimento.

Eu defendo minhas ideias na certeza de que estou fazendo um bem ao mundo.

Faço isso na imprensa, no voto, no dia a dia. Por hora, não tenho planos de concorrer a nada. Sou apenas um cidadão. 

Mas é justamente isso: o cidadão comum precisa ter a coragem de pensar por conta própria e dizer o que pensa. 

Essa é a grande revolução, em uma era de apatia diante dos problemas e injustiças e conformidade com os discursinhos nos empurram goela abaixo.

A gente precisa acreditar que dá para construir uma sociedade menos babaca e com mais prosperidade.

Avante camaradas!

A luta continua!