O meu jeito de pensar a Política

A História é cheia de exemplos de líderes que fizeram coisas grandes e importantes. Eu cresci devorando as biografias dessas figuras e sonhando em fazer algo do tipo.

 

Sério.

 

Acompanhe meu raciocínio, ok?

O que é a Política? É o exercício do poder.

O que é poder? É influência, é liderança. É ser aquela pessoa para a qual um grande grupo olha e diz “sim, aquele cara é o cara!”

É opinar e direcionar o trabalho do Estado – aqui entendido como Governo, em qualquer esfera.

Mas o que é o Estado? É uma abstração, com a qual uma sociedade financia e organiza as coisas coletivas: a Segurança, a Educação e a Saúde públicas, a Justiça e das Leis, e as obras das quais todos precisam.

É por isso que a ideia de ser um Político me fascina.

Eu adoro estar em evidência e quero ser exemplo, referência para as pessoas. E quero ter poder para fazer alguma coisa boa de verdade, algum dia.

Eu quero ser um Juscelino, um Ulysses Guimarães, um Rui Barbosa – só que mais bonito!

Quero fazer alguma coisa grande, que deixe as pessoas felizes, que seja o máximo!

Se não for para isso, não faço questão alguma.

 


Pedro Simon, um dos meus ídolos, nos alerta para o seguinte:

“Os governos só pensam em cooptar o deputado do outro lado. Como? Trocando por ministério, cargo ou emenda. Virou um troca-troca. Esse é o grande escândalo do Brasil. É o fator número um da irresponsabilidade e da anarquia que vivemos.”

 

Eu complemento com uma pergunta:

Até quando?

E eu, vou ficar quieto diante dessas coisas?

 


Odeio rótulos: esquerda, direita… as pessoas esperam que cada um aferre-se a alguma cartilha fechada e concorde com ela em todas as questões. Eu não caio nessa.

Para cada assunto, faço uma pesquisa e uma análise racional.

Mas se é para ter um rótulo, prefiro ser classificado no Centro mesmo.

Por mais que as pessoas associem a ideia do “Centro” com uma postura “em cima do muro”, e com políticos mofados usando terno cinza. Eu associo a algo diferente: à moderação, ao diálogo, ao trabalho racional. E além disso, eu não fico feio usando terno cinza.

 


LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE

Elegi como meu “lema” a tríade de ideias sobre a qual a civilização ocidental conseguiu erguer tudo de bom que temos hoje no mundo. Falo da tolerância, da democracia, de tudo isso.

A Liberdade é a possibilidade de expressar ideias, fazer escolhas, buscar a própria felicidade. E seu limite é tão somente a fronteira da liberdade do outro. Viva e deixe viver.

Já a Igualdade, para mim, vem de uma verdade óbvia: Deus nos fez todos humanos, com limitações e potencialidades diferentes, mas iguais – aqui não há nobres, nem seres superiores, castas, ou o que seja.

Todo mundo deve ter oportunidades, direito à dignidade, e todos devem ter direitos e deveres iguais, obedecendo às mesmas leis – literalmente as mesmas, IDÊNTICAS, não importando o gênero, a cor ou o credo de cada um.

Quanto ao meu conceito de Fraternidade é ainda mais simples:

Não existe prosperidade verdadeira – e eu não posso admitir que alguém durma à noite – quando, em um país pujante como o Brasil, uma parte da população não tem acesso ao mínimo para uma vida digna.

Sei que essas ideias não constituem um projeto pronto de sociedade, um “esquema para resolver todos os problemas do mundo”. Ora, eu não pretendo mesmo sair vendendo utopias inalcançáveis por aí. Pretendo ir resolvendo problemas, um passo de cada vez.

Minha única “ideologia” é um misto de bom senso, empatia, espírito democrático e uma visão prática capaz de resolver problemas concretos das pessoas comuns.

Talvez seja essa minha característica: eu não amo ideias, amo as pessoas.

Sério! Adoro vê-las felizes e, se eu puder fazer coisas que melhorem as vidas delas, eu vou fazer – é isso o que me move. Isso, e o desejo de, no final do dia, merecer as palmas do público e da crítica.

Eu gosto de microfone, aplauso, progresso e alegria. Esses são meus focos na política.

E minhas ideias são sempre ideias simples.

Não tenho mesmo a pretensão de ser um sujeito complicado.

 


QUEM SÃO OS CANALHAS

O canalha, para mim, é o sujeito que, por ódio, maldade ou por descarado favorecimento pessoal pratica, justifica ou apoia…

a) a roubalheira, adotando corruptos de estimação;

b) tiranias de qualquer tipo (de Pinochet a Maduro, tanto faz);

c) bandidos, chamando-os de “vítimas da sociedade” ou “coitadinhos”;

d) terrorismo, invasão, ou qualquer crime em nome de alguma ideologia;

e) a violência policial, a tortura ou a censura;

f) o discurso de ódio, seja ele contra minorias – negros, índios, mulheres, LGBTs, religiões, etc – ou ainda o “ódio do bem” contra homens, brancos, outras religiões, etc.;

Não estrague a vida das pessoas e não tente atrapalhar quem faz algo de bom. Eis a Lei maior.

Simples assim.