Direito de resposta de Luciano Hang e da Havan Lojas de Departamentos Ltda.

Ao contrário do que constou da matéria “Quem tem rabo, deve ficar quieto (lições dos casos Havan, Cunha, PT e Aécio)”, publicada por Fábio Burch Salvador em 30/04/2018, o Sr. Luciano Hang jamais sofreu qualquer condenação criminal, muito menos por lavagem de dinheiro, conforme revela certidão abaixo, expedida pela Justiça Federal da 4ª Região:

 

 

A verdade é que o sr. Luciano Hang, em seus empreendimentos, recolhe quase R$ 1 bilhão (um bilhão de reais) ao ano em tributos e benefícios (dados de 2014).

A matéria entrou em contradição, inclusive, com a própria história de vida do sr. Luciano Hang, fundador da Havan, a maior rede de lojas de departamentos do Brasil. Luciano Hang é filho de operários, aos 17 anos já atuava no setor de vendas de uma fábrica de tecidos, em Brusque. Em 1986, com apenas 24 anos, deixou o emprego para abrir seu próprio negócio. Casado, pai de três filhos, com uma determinação e visão de mercado incomum, a empresa que começou um uma loja de 45 (quarenta e cinco metros) quadrados em Brusque-SC, hoje conta com uma rede de mais de 104 (cento e quatro) unidades espalhadas por todo o país.

Em seus empreendimentos, Luciano Hang e a Havan geram mais de 10 mil empregos. O seu sucesso não o fez esquecer a sua origem humilde, de modo que mantém uma forte relação com a comunidade, por intermédio do apoio e incentivo de projetos sociais, culturais e esportivos.

O sr. Luciano Hang e a Havan Lojas de Departamentos, ante esses esclarecimentos, confiam no discernimento dos leitores do site fabiosalvador.com.br

Luciano Hang – Havan Lojas de Departamentos Ltda.

O vereador Jessé Sangalli: uma análise

Hoje cedo me pediram opinião sobre o vereador Jessé “da Ipiranga até Viamão”, como dizia seu nome de urna. Na hora, não formulei nada. Pensando melhor (depois de um café), posso tecer pelo menos um pitaco, um insight sobre o assunto.

Quando Jessé foi eleito, a impressão geral era de um vereador de mandato único: sem experiência, sem um programa claro, e com apelo baseado em um único projeto, ainda por cima irrealista. Uma espécie de curiosidade exótica na lista de eleitos. Ninguém dava nada.

A questão é que o parlamentar vai, aos poucos, achando um nicho e firmando uma personalidade pública consistente.

 

 

No campo “teórico”, das ideias, ele faz um discurso no mesmo viés de figuras como Rodrigo Constantino, Marcel Van Hatten, e toda essa “direita” que ganha aplausos dando voz à indignação do cidadão de classe média com o populismo, o assistencialismo e a burocracia. Bate na esquerda, repete bordões anti-comunistas.

No campo prático, apresenta projetos que obviamente demandariam uma mudança radical de legislação e de mentalidades mas que, pensando livremente, são soluções simples e definitivas. No programa Viamão Alerta Debates da última segunda-feira ele propôs contrapor os problemas do transporte público com o fortalecimento dos aplicativos tipo Uber e 99Pop, e a liberação para que vans possam atuar nos bairros.

Sendo um vereador novo, não associado com nenhuma das “panelas” e famílias tradicionais da política, consegue ainda passar a imagem de “outsider”, que está na moda. Levará um tempo para que essa marca se desgaste, mesmo ele sendo parte da base do governo.

Jessé achou um público definido, que espera um tipo de discurso, e está sabendo surfar nas expectativas e medos desse público.
Ao mesmo tempo, tem feito um bom trabalho de base, capturando uma fatia de eleitorado que não se sensibiliza com o discurso teórico e espera algum tipo de socorro, com projetos como o “Concreta Beco”.

Se o discurso, a prática ou as ideias do vereador Jessé Sangalli são boas ou ruins, isso depende da visão de cada leitor.

O que estou dizendo é que ele achou uma fórmula de atuação política e eu já não apostaria as minhas fichas na teoria do “vereador de um mandato só”. Mesmo que ele tenha que ficar ouvindo piadas e dando explicações, por muitos anos ainda, sobre a tal vinda da Ipiranga até Viamão.

COMUNICADO: não poderei concorrer a Deputado Federal em 2018

Amigos,

Por motivos de força maior, financeira, burocrática (tudo junto), não poderei ser candidato a Deputado Federal em 2018 pelo PHS, como havia planejado e anunciado. Sei que a notícia abalará os alicerces da República, mas não há o que fazer.

 

 

Se há algo que aprendi na vida, é a lidar com a completa impossibilidade de fazer praticamente qualquer coisa que eu considere importante. Isso já nem me incomoda mais.

A boa notícia é para os poucos valentes que aguentam me escutar na Metropolitana: como não serei candidato, continuarei no ar, e vocês poderão me ver praticamente narrando as peripécias dos candidatos que estarão, de fato, concorrendo.

Força a todos.

Os amigos podem contar com a minha ajuda no que for necessário, já que não poderei ir às urnas.

Já os inimigos… bom… eu acho que atualmente não tenho inimigos (pelo menos, da minha parte não), mas se os tivesse… ah, estariam ferrados. Ou não.

Meu novo capítulo: Metropolitana Web

Já fazem alguns dias que entrei para a equipe da Metropolitana Web, embora não tenha ainda um programa na grade da emissora (mas aguardem, pois novidades virão). Ontem tive a noção exata disso: no final da tarde fizemos um churrasquinho animado no Beer Box Cantegril, com direito a Live no Facebook, sem pauta específica: a tal Confraria da Metropolitana.

Foi interessante, para mim, sentir-me parte da nova casa. E eu estou gostando dela.

Nessa nova fase, a ideia é que eu seja menos político, menos levado a debates carregados de opiniões formadas, e mais comunicador. Inclusive, fazendo entretenimento, algo que eu antes não fazia. E tudo isso ao lado de figuras queridas pelo público viamonense, pessoas incríveis que eu antes mal conhecia mas, agora, estou adorando.

Abaixo, a foto que fizemos: não reparem na edição “super profissional” dos rostos que não puderam estar lá na hora.

 

 

Familia Metropolitana Web